Oh! Sinto-me como afogado
No mar revolto das ilusões.
Mas eu me afogo por me ter lançado
Sob o vento proceloso das paixões.
Avariada era a falua
Que por embarcação eu tomei
Em hora trevosa e sem lua
E, pois, os riscos, ignorei.
Nauta do barco fendado do impulso
Na ânsia fui de meu coração tão convulso!
E soçobrei, soçobrei...
Ó tu, que ouves meus gritos
Da fatal morte de temor,
Salva-me deste maldito
Oceano do maldito amor!
Oh! Não vês meu afogamento?
Vem e dá-me um salvamento!
Livra-me deste instante de horror!
Nesta hora quem me dera,
O Touro, que Europa,
Por sobre águas carregou,
Descesse da celestial esfera
Salvasse-me e se lho pudera,
Pertencesse-me como a ela,
Logo após que a raptou...
Mas eu me afogo por me ter lançado
Sob o vento proceloso das paixões.
Avariada era a falua
Que por embarcação eu tomei
Em hora trevosa e sem lua
E, pois, os riscos, ignorei.
Nauta do barco fendado do impulso
Na ânsia fui de meu coração tão convulso!
E soçobrei, soçobrei...
Ó tu, que ouves meus gritos
Da fatal morte de temor,
Salva-me deste maldito
Oceano do maldito amor!
Oh! Não vês meu afogamento?
Vem e dá-me um salvamento!
Livra-me deste instante de horror!
Nesta hora quem me dera,
O Touro, que Europa,
Por sobre águas carregou,
Descesse da celestial esfera
Salvasse-me e se lho pudera,
Pertencesse-me como a ela,
Logo após que a raptou...

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